quarta-feira, 13 de junho de 2012

PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA E PROFISSIONAL

domingo, 27 de maio de 2012

Favor enviar e-mail para os Exmos. Senhores Deputados Federais e Senadores da República pedindo a aprovação do PDC 234/2011, imediatamente, pois, além da psicóloga Rozangela Justino a psicóloga Marisa Lobo vem sendo perseguida pelo CRP/CFP por motivos semelhantes. No final da presente carta, encontra-se a relação dos Exmos. Senhores Senadores da República; após a mensagem seguinte, encontra-se a relação dos Exmos. Senhores Deputados Federais. Grata.

CARTA DA PSICÓLOGA ROZANGELA JUSTINO AOS EXMOS. SENHORES DEPUTADOS FEDERAIS E SENADORES DA REPÚBLICA:

Eu, Rozangela Alves Justino, psicóloga, CRP 05/4917, venho comunicar a Vossa Excelência que os ativistas do movimento social pró-homossexualismo continuam me perseguindo devido a minha religião e artigos publicados em meu blog, em 2007. Baseados na Resolução 01/99 do CFP - Conselho Federal de Psicologia, afirmam que estou infringindo não somente a Resolução 01/99 como também o próprio Código de Ética Profissional. Com isso, venho respondendo a um novo processo junto ao CRP-RJ - Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, sob o nº 017/2007 (022/07 e 024/07 apensos), conforme os autos do processo que move os Senhores:

1) Renato Marques Teixeira e Isabela Coutinho Santos, do GDN – Grupo Diversidade Niterói (um dos grupos de promoção do homossexualismo na cidade de Niterói-RJ);

2) Antonio Luiz Martins dos Reis (Toni Reis), da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Trangêneros (AGLBT);

3) O próprio CRP-RJ.

No dia 8 de março de 2012, respondi a uma citação, onde apresentei a minha defesa por escrito; no dia 2 de abril de 2012, apresentei as alegações finais após a intimação, dentro do prazo estabelecido pelos Conselheiros em exercício. Parece que têm pressa em acelerar o processo para tão logo julgá-lo.

Quem fiscaliza e tem poder para processar o Sistema Conselhos de Psicologia, quando este contraria a comunidade científica e a OMS-Organização Mundial da Saúde?

O Sistema Conselhos de Psicologia vem desprezando os seguintes fatos:

1) A comunidade científica ainda não encontrou um gene gay, portanto, ninguém nasce gay. Não existe comprovação genética para a atração pelo mesmo sexo, no entanto os geneticistas chegaram à conclusão que existe o ser humano com o sexo masculino (XY) e outro ser humano com o sexo feminino (XX), e na maturidade, a inclinação natural é o interesse pelo sexo oposto, quando as pessoas não forem atropeladas em seu desenvolvimento por um fator externo, tal como ter sido abusada por um pedófilo do mesmo sexo ou do sexo oposto, na infância e/ou na adolescência;

2) A OMS-Organização Mundial da Saúde, através da sua Classificação Estatística Internacional das Doenças, que está na décima edição, denominada CID 10, entende que a atração pelo mesmo sexo pode ser uma DESORDEM. As pessoas que apresentam DESORDENS COMPORTAMENTAIS E PSICOLÓGICAS ASSOCIADAS AO DESENVOLVIMENTO E ORIENTAÇÃO SEXUAL que inclui as acometidas pela orientação sexual homossexual egodistônica (atração sexual fora de sintonia com o eu) podem procurar tratamento para alterá-la. A OMS classifica o transexualismo, travestismo de duplo papel, desordem da identidade de gênero em crianças, outras desordens de identidade de gênero e as desordens da identidade não especificadas, como DESORDENS DE IDENTIDADE DE GÊNERO.

Quem irá fiscalizar e processar o CFP por ter baixado uma norma para perseguir profissionais cristãos, impedindo-os de apoiar pessoas acometidas por DESORDENS que afetam a sua sexualidade, simplesmente por ter decidido contemplar uma agenda política em detrimento daqueles que em estado de sofrimento psíquico desejarem efetivar mudanças que eles mesmos escolheram?

Por que um cidadão pode escolher ser gay, sendo que a própria OMS não naturalizou ainda tal estilo de vida, e um outro cidadão não poderá escolher deixar a atração pelo mesmo sexo e nem contar com profissionais para apoiá-lo de forma a fazer as mudanças que eles mesmos desejam em suas vidas?

Quem, no Brasil, tem poder para deter um Conselho Profissional que pode colocar milhares de crianças e adolescentes brasileiros em situação de risco social, uma vez que a agenda gay, já tendo conquistado os direitos dos adultos que querem viver o estilo de vida gay, livremente, e ainda cercear o direito dos que não desejam este estilo de vida para si, agora se volta para alcançar as nossas crianças e adolescentes defendendo a sua livre expressão e diversidade sexuais?

Quem irá amparar famílias que precisam de apoio para si e para os seus filhos acometidos por desordens de identidade de gênero ou comportamentais e psicológicas associadas ao desenvolvimento e orientação sexual?

Quem amparará os profissionais que são perseguidos pelo seu próprio Conselho Profissional, por valorizarem a verdade científica e os verdadeiros direitos humanos universais, rejeitando a agenda gaysista?

Desde 1999, quando a Resolução 01/99 foi baixada pelo CFP venho sofrendo, injustamente, perseguição sistemática do movimento gaysista, via Conselho de Psicologia, causando-me intenso desgaste físico e emocional, com prejuízos profissionais, financeiros, familiares e quanto a minha imagem, liberdade de pensamento, científica, religiosa e de expressão.

Em 2009, a mídia divulgou amplamente a CENSURA PÚBLICA que recebi do CRP-RJ e CFP, tendo recorrido à justiça, em Brasília, DF, cujo processo ainda não foi julgado. Nesta ocasião fui penalizada pelo meu Conselho Profissional por:

i) Ser cristã;

ii) Atender pessoas que voluntariamente me procuravam por desejarem deixar a atração sexual por outras do mesmo sexo;

iii)Me pronunciar sobre o assunto, publicamente;

iv) Ter criado a ABRACEH, uma instituição para a garantia de direitos, em 2004, devido ao cerceamento de direito que profissionais, missionários e igrejas estavam sofrendo com o advento da Resolução 01/99, do CFP.

Após esta punição precisei me esconder por um tempo atrás de perucas, óculos escuros e máscaras, até elaborar melhor a situação em que encontrava. E, não somente por estar perplexa, não entendendo o motivo pelo qual este tema ter encontrado tamanha visibilidade na mídia, como também para me proteger da fúria gaysista, pois a punição de CENSURA PÚBLICA recebida não satisfez a voracidade de tal movimento social, que ainda clama por minha cassação profissional, e paralelamente continua me intimidando, xingando, ameaçando a minha integridade física, causando preocupações e desgastes emocionais, inclusive, para os meus familiares.

Quem irá restituir o abalo emocional causado a minha família, os prejuízos financeiros, profissionais e pessoais, quanto a minha imagem, ao longo destes anos?

O bulying constante que venho sofrendo ao longo dos anos, as ridicularizações públicas de todas as partes, com assunto tão sério, tem intimidado e calado milhares de profissionais brasileiros que não querem passar pelo que passei.

Será que o caminho é abandonar a causa, continuar me escondendo ou me omitindo como tantos outros profissionais, para poderem ter paz para trabalharem e viverem como um cidadão comum?

Neste momento, está em evidência o caso de uma outra psicóloga, no Paraná, que vem sendo perseguida pelo movimento gaysista porque associa a sua profissão ao fato de ser cristã e ter declarado numa rede social que não gostaria que o seu filho fosse gay. Este foi motivo suficiente para que o movimento gaysista e o Conselho de Psicologia a perseguisse.

Quem impedirá que outros profissionais sejam punidos injustamente e passem pelo mesmo que eu venho sofrendo ao longo destes anos? A sensação de impotência aumenta, assim como a de perda de tempo em lutar pelos valores humanos, numa era em que o politicamente correto prevalece em detrimento da verdade científica e da promoção dos verdadeiros direitos humanos universais, não reconhecidos e nem garantidos por diversas autoridades que parecem não querer ficar mal aos olhos deste movimento politicamente organizado, com diversos programas financiados pelo poder público.


A minha esperança é que V. Excia. possa exercer a sua autoridade e junto com outras autoridades possam colocar um ponto final neste movimento cerceador de direitos.

Diante do exposto, venho mui respeitosamente fazer os seguintes APELOS a Vossa Excelência:

Apelo para que V. Excia. tome as providências necessárias de forma que o direito de apoiar pessoas que sofrem desordens na área sexual sejam garantidos, especialmente o direito das crianças e dos adolescentes receberem apoio de um profissional competente, não envolvido com a militância gay.

Apelo para que os profissionais tenham liberdade de pensamento, científica e de expressão, esclarecendo a sociedade e divulgando informações, agindo de acordo com a sua consciência, conforme prevê o Artigo 5º da nossa Carta Magna.

Apelo para que sejam reconhecidos o direito universal de profissionais professarem a fé cristã, pois os profissionais também são seres humanos e tal direito precisa ser garantido pelas nossas autoridades.

Por fim, apelo para que V. Excia. tome providências para que a Resolução 01/99, que desencadeou todo este transtorno pessoal para mim e demais profissionais e toda a sociedade brasileira, seja anulada, anulando os seus efeitos desde a sua criação.

Coloco-me à disposição de V. Excia. para maiores esclarecimentos, assim como os documentos que julgar necessários, conforme as afirmações feitas por mim, acima.

Atenciosamente,

Rozangela Alves JustinoCRP 05/4917



E-MAILS DOS SENADORES DA REPÚBLICA:

acir@senador.gov.br;

aecio.neves@senador.gov.br;

alfredo.nascimento@senador.gov.br;

aloysionunes.ferreira@senador.gov.br;

alvarodias@senador.gov.br;

ana.amelia@senadora.gov.br;

ana.rita@senadora.gov.br;

angela.portela@senadora.gov.br;

anibal.diniz@senador.gov.br;

antoniocarlosvaladares@senador.gov.br;

antonio.russo@senador.gov.br;

armando.monteiro@senador.gov.br;

benedito.lira@senador.gov.br;

blairomaggi@senador.gov.br;

casildomaldaner@senador.gov.br;

cassio@senador.gov.br;

cicero.lucena@senador.gov.br;

ciro.nogueira@senador.gov.br;

clesio.andrade@senador.gov.br;

clovis.fecury@senador.gov.br;

cristovam@senador.gov.br;

cyro.miranda@senador.gov.br;

delcidio.amaral@senador.gov.br;

eduardo.amorim@senador.gov.br;

eduardo.braga@senador.gov.br;

eduardo.lopes@senador.gov.br;

eduardo.suplicy@senador.gov.br;

ecafeteira@senador.gov.br;

eunicio.oliveira@senador.gov.br;

fernando.collor@senador.gov.br;

flexaribeiro@senador.gov.br;

francisco.dornelles@senador.gov.br;

garibaldi@senador.gov.br;

gim.argello@senador.gov.br;

humberto.costa@senador.gov.br;

inacioarruda@senador.gov.br;

ivo.cassol@senador.gov.br;

jader.barbalho@senador.gov.br;

jarbas.vasconcelos@senador.gov.br;

jayme.campos@senador.gov.br;

capi@senador.gov.br;

joaodurval@senador.gov.br;

joaoribeiro@senador.gov.br;

j.v.claudino@senador.gov.br;

jorgeviana.acre@senador.gov.br;

jose.agripino@senador.gov.br;

gab.josepimentel@senado.gov.br;

sarney@senador.gov.br;

katia.abreu@senadora.gov.br;

lidice.mata@senadora.gov.br;

lindbergh.farias@senador.gov.br;

lobaofilho@senador.gov.br;

lucia.vania@senadora.gov.br;

luizhenrique@senador.gov.br;

magnomalta@senador.gov.br;

maria.carmo@senadora.gov.br;

mario.couto@senador.gov.br;

martasuplicy@senadora.gov.br;

mozarildo@senador.gov.br;

paulobauer@senador.gov.br;

paulodavim@senador.gov.br;

paulopaim@senador.gov.br;

simon@senador.gov.br;

pedrotaques@senador.gov.br;

randolfe.rodrigues@senador.gov.br;

renan.calheiros@senador.gov.br;

ricardoferraco@senador.gov.br;

roberto.requiao@senador.gov.br;

rollemberg@senador.gov.br;

romero.juca@senador.gov.br;

sergiopetecao@senador.gov.br;

sergiosouza@senado.gov.br;

valdir.raupp@senador.gov.br;

vanessa.grazziotin@senadora.gov.br;

vicentinho.alves@senador.gov.br;

vital.rego@senador.gov.br;

waldemir.moka@senador.gov.br;

pinheiro@senador.gov.br;

wellington.dias@senador.gov.br;

zeze.perrella@senador.gov.br;

Pr. Edson Sobreira Alves
Igreja Batista Regular - João Pessoa - PB

sexta-feira, 8 de junho de 2012

ESCOLHAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS



Nossa vida é constituída de escolhas, e é com estas escolhas que formaremos esta vida. Quando decidimos o que fazer com ela, seremos levados às consequências sérias, que afetarão não somente a nós mesmos, mas, todos aqueles que estão em nossa volta.

Perto de casa onde moro existe um grupo de pessoas que estão todos os dias nas calçadas reunidos tomando bebida alcoólica, são homens e mulheres que fizeram uma escolha. Conseguem algum dinheiro olhando os carros de pessoas e ajudando a carregar suas compras que fazem no mercado público levando até os carros. Quando recebem pequenas quantias juntam e compram um litro de bebida forte e dividem entre eles em pequenas garrafinhas. São pessoas que tem uma média de quarenta anos. Observamos que alguns deles estão mais debilitados que outros, são aqueles que a vários anos vivem nesta vida e estão a ponto de falecer devido suas escolhas insanas. Sabemos que para chegarem a este estagio enfrentaram muitas barreiras que não conseguiram transpor, mas tudo começou por uma simples decisão errada.

Somente uma escolha os levou a estarem vivendo assim. Desistiram de lutar perderam as batalhas e perderão a guerra quando saírem deste mundo.

Quando olhamos um quadro assim ficamos tristes, quando existe um pouco de sensibilidade em nossos corações, simplesmente passamos, lamentamos e não fazemos nada. Já conversei com eles, tentei mostrar que eles podem fazer outra escolha, suas vidas poderiam mudar esta pintura, mas eles parecem que não tem mais forças.

Mas, não são somente eles que está perdido, a vida deles é explicita, todos que passam podem ver, muitos sentem pena, outros procuram ajudar de alguma forma, outros têm medo e outros têm nojo, uns recriminam, outros querem vê-los presos e muitos até querem vê-los mortos. Estes que olham e pensam em soluções drásticas para mudança deste quadro, se acham perfeitos quando se comparam com eles, mas na maioria das vezes são piores que eles, pois seus erros e pecados estão escondidos e não são revelados publicamente.

As pessoas fazem diversas escolhas que vão influenciar o resto de suas vidas. A maioria da humanidade não percebe o poder das escolhas. E ao longo de suas vidas ficam frustradas, culpam todos que estão a sua volta, mas nunca olham para si próprios. No decorrer de nossas vidas fazemos grandes e pequenas decisões que repercutem positivamente ou negativamente. Se olharmos um padrão de vida que achamos correto vamos definir algumas decisões que são coerentes para vivermos corretamente.

Viver bem não significa que devemos satisfazer todas as nossas vontades, que devemos ser ricos e para isso devemos escolher caminhos que nos leve a esta riqueza, mesmo passando por cima de valores importantes. Mas é isso que muitos têm como objetivo, e é justamente neste sentido que muitos são levados a fazerem escolhas erradas. Primeiro vamos definir um padrão de escolhas que nos levam achar que são corretos: Estudar, trabalhar, casar, ter filhos etc. talvez você diga “isso não me parece escolha! É lógico e natural”.

Somos influenciados por escolhas de nossos pais, nossos amigos nos mostram e nos proporcionam circunstancias que nos levam a fazer escolhas, mas nós somos responsáveis por nossas escolhas. Quando conseguimos enxergar a necessidade dos estudos para o nosso futuro, então estudamos, não é devido nossos pais terem nos matriculado em uma boa ou má escola. Conheço grandes profissionais que em toda sua vida acadêmica estudaram em escolas públicas e foram bem sucedidos em sua labuta, por outro lado, outras pessoas se sentem fracassadas mesmo que durante sua trajetória acadêmica estudaram em colégios caríssimos de grande reputação educacional. Portanto, não foram as circunstâncias que o levaram a aprenderem ou não, mas foi a escolha e visão da importância de estudarem que os levaram a atingirem os objetivos ou não. Depois da escolha dos estudos vem o trabalho. O trabalho profissional em quase todos os seguimentos exige o conhecimento e o diploma. Mas nem sempre um profissional tem um ótimo trabalho.

Recentemente conheci um homem, na oficina mecânica, que estava aguardando o conserto de seu carro e eu estava fazendo uma revisão no meu. Conversamos diversos assuntos, um deles foi sobre nossa formação profissional. Ele me disse que era diplomado em diversos cursos, era técnico em eletricidade, graduado em contabilidade e também graduado em engenharia mecânica (por sinal em alta no mercado), mas qual foi minha surpresa quando ele disse que não exercia nenhuma destas formações, ele é supervisor de supermercado e o único entre seus colegas com curso superior. São as escolhas que fazemos que determina nossas vidas. Ele me disse que precisaria de alguns anos para ter condições de exercer sua profissão, mas nunca recebeu ajuda, então para sustentar sua família teria que trabalhar em qualquer coisa que aparecesse e assim seu sonho foi fracassado, ainda pensa em um dia exercer sua profissão, mas já está com cinquenta anos e acha que cada vez fica mais difícil, então precisa fazer uma escolha o mais rápido possível.

O casamento é uma escolha lógica, fomos chamados e feitos para unirmos uns com os outros no matrimonio, homem e mulher, cujo resultado são os filhos, um milagre do Criador. Alguns decidem não se unirem e permanecem solteiros durante toda a vida, mas isso é exceção. Tudo isso é o comportamento natural da vida humana, estudamos para trabalhar, trabalhamos para o sustento, casamos para perpetuar a espécie. Agora, como fazemos tudo isso?

Nossas escolhas tem que serem ponderadas em analise de consequências, mas nem todos fazem isso, por exemplo: Quando acordo pela manhã, estarei diante de diversas escolhas, “hoje vou levantar da cama ou não?” então devemos pensar: “se eu não levantar o que acontecerá?”. As consequências são lógicas e não precisamos ser adivinhos para sabermos o que poderá acontecer. É obvio, se você estuda pela manhã, se não ir à escola não estudará a matéria naquele dia, fará uma prova péssima e tirará uma nota baixa, ficará frustrado, desanimado, deixará de estudar e não irá para faculdade, não se formará e terá que trabalhar em serviços pesados e ganhará muito pouco para o seu sustento. Eu sei que estou indo ao extremo, mas precisamos imaginar as possibilidades dos resultados de nossas escolhas. Se eu acordo pela manhã e escolho não escovar os dentes naquele dia e repito dia após dia. Chegará a um ponto em que ninguém vai querer mais falar comigo e irei perder todos os dentes.

Em algumas circunstâncias somos levados a tomar decisões que influenciarão nosso futuro e neste momento somos levados a dizer sim ou não, e muitos acham que devem até mentir para ter um resultado satisfatório, mas isso é uma escolha perigosa. Um comandante na segunda guerra foi preso pela frente inimiga e ia ser torturado para dizer onde seu batalhão estava escondido. Nessas circunstancias, para ganhar tempo ele resolveu dizer uma mentira também para preservar seus soldados e disse: “Eles estão escondidos no cemitério antigo”. Ele achava que eles não estavam lá, mas na realidade estavam, pois resolveram se refugiarem justamente naquele cemitério, contrariando as ordens de seu comandante, pois a ordem era permanecer no lugar anterior. Todos foram presos.

Nas Escrituras podemos ler e meditar em muitos testemunhos de homens e mulheres que fizeram escolhas que influenciaram suas vidas positivamente e negativamente. Podemos lembrar-nos de Abraão, Moisés, Davi, Daniel, José, Raabe, Ana e muitos outros.

Abraão respondeu ao chamado de Deus e saiu de sua terra para uma que não conhecia e desencadeou a formação de uma grande nação e abençoou outras nações e de sua descendência nasceu o Salvador (Genesis 12:1). Moisés decidiu deixar um futuro promissor no Egito, para salvar a nação dos Hebreus (Êxodo 2:15). Daniel escolheu não se envolver com as práticas dos costumes de um povo idólatra e foi honrado por Deus sendo um grande estadista na Babilônia (Daniel 1:8). José não se envolveu nos prazeres do mundo, como o sexo promíscuo com a esposa de Potifar, foi preso, mas depois se tornou governador do maior império do mundo na época (Gênesis 39:7-20). Davi, um homem segundo o coração de Deus foi o maior Rei de Israel, mas devido sua escolha em desejar a mulher de seu soldado, caiu em tentação e sofreu consequências sérias com sua família e nos deixou uma lição de não fazermos escolhas insanas e também um exemplo de grande arrependimento (2 Samuel 12:10). Ana decidiu confiar em Deus e mesmo estéreo fez um voto ao Criador que se tivesse um filho o consagraria ao Senhor. Ela cumpriu e Deus a abençoou com mais cinco filhos (1 Samuel 2:21). Escolhas certas ou erradas têm consequências.

O mundo hoje tem agido de acordo com os padrões determinados por mentes deturpadas que agem na calada da noite e trazem ao conhecimento da humanidade padrões sem valores devido ao neoliberalismo, o pós-modernismo está incutindo nas pessoas que o certo e o errado são relativo, levando-as a escolher caminhos que os levam totalmente a perdição.

Ficamos indignados com muitos jovens e adultos que estão presos no liberalismo da sexualidade que desencadeou nas ultimas seis décadas e culminou nas passeatas gays em todo o mundo confrontando com a naturalidade da criação e com a soberania do Criador que fez o homem e a mulher. Escolhas de adolescentes que interpretam seus desejos e os levam a escolhas insanas alimentando o relacionamento sexual pelo mesmo sexo. Decidem fazer aquilo que irá influenciar negativamente toda a vida e até a vida eterna.

Uma escolha que o homem deve fazer durante sua vida antes que morra e vá para a eternidade sem Deus, é crer na obra redentora de Cristo na cruz do calvário. Que morreu por cada um de nós para nos salvar. Essa escolha dará ao homem voltar para Deus e sair da condenação do inferno eterno.

Pense nisso!



Pastor Edson Sobreira Alves

Igreja Batista Regular em Mangabeira – João Pessoa - PB